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"Em um momento em que a democracia está em crise, e a esperança na democracia também está em crise, cabe à esquerda recuperar a fé perdida. Esse é o grande desafio", disse o escritor uruguaio Eduardo Galeano, autor do livro "As Veias Abertas da América Latina", no 5º Fórum Social Mundial. Para se pensar...
sábado, março 26, 2005
terça-feira, março 22, 2005
Parabéns Jorge Ben
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22 de março. Neste mesmo dia, em 1942, no Rio de Janeiro (RJ), nasceu um mito: Jorge Duílio Lima Menezes. Criador do samba rock, misturou diversos estilos como samba, bossa nova, tropicalismo, MPB e psicodelia.
Em Samba Esquema Novo (63), A Tábua de Esmeralda (72) e África Brasil (76), o músico deixou "as três partes da filosofia universal". Um dos mais importantes nomes da música brasileira no século 20. E ponto. Parabéns Jorge Ben e à música brasileira!!!
Zumbi
em A Tábua de Esmeralda (72) e África Brasil (76)
Angola gongô benguela
Monjolo capinda nina
Quiloa rebolo
Aqui onde estão os homens
Há um grande leilão
Dizem que nele há
Um princesa à venda
Que veio junto com seus súditos
Acorrentados num carro de boi
Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Angola gongô benguela
Monjôlo capinda nina
Quiloa rebolo
Aqui onde estão os homens
Dum lado cana de açúcar
Do outro lado o cafezal
Ao centro senhores sentados
Vendo a colheita do algodão tão branco
Sendo colhidos por mãos negras
Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Quando Zumbi chegar
O que vai acontecer
Zumbi é senhor das guerras
È senhor das demandas
Quando Zumbi chega
Zumbi é quem manda
Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Continua...
Saudações aos fãs de Jorge Ben,
Igor Felippe
22 de março. Neste mesmo dia, em 1942, no Rio de Janeiro (RJ), nasceu um mito: Jorge Duílio Lima Menezes. Criador do samba rock, misturou diversos estilos como samba, bossa nova, tropicalismo, MPB e psicodelia.
Em Samba Esquema Novo (63), A Tábua de Esmeralda (72) e África Brasil (76), o músico deixou "as três partes da filosofia universal". Um dos mais importantes nomes da música brasileira no século 20. E ponto. Parabéns Jorge Ben e à música brasileira!!!
Zumbi
em A Tábua de Esmeralda (72) e África Brasil (76)
Angola gongô benguela
Monjolo capinda nina
Quiloa rebolo
Aqui onde estão os homens
Há um grande leilão
Dizem que nele há
Um princesa à venda
Que veio junto com seus súditos
Acorrentados num carro de boi
Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Angola gongô benguela
Monjôlo capinda nina
Quiloa rebolo
Aqui onde estão os homens
Dum lado cana de açúcar
Do outro lado o cafezal
Ao centro senhores sentados
Vendo a colheita do algodão tão branco
Sendo colhidos por mãos negras
Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Quando Zumbi chegar
O que vai acontecer
Zumbi é senhor das guerras
È senhor das demandas
Quando Zumbi chega
Zumbi é quem manda
Eu quero ver
Eu quero ver
Eu quero ver
Continua...
Saudações aos fãs de Jorge Ben,
Igor Felippe
segunda-feira, março 21, 2005
09/12/2004
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Coloco estas fotos por dois motivos. Em primeiro lugar, para treinar como se coloca fotos nesta bomba; em segundo, porque são sensacionais.
Em 9 de dezembro de 2004, mais de 20 pessoas se reuniram para deixar para a história este registro da colação de grau do Jornalismo da PUC. Na outra, a nossa elegância e simpatia à escada do teatro. Detalhe para o penetra da Metodista, o companheiro boliviano Luiz Moralles.

Todo mundo que está na foto: Felipe Fofinha, Otavio Bojudo, Mazzoco, Julião, Brunão, Luiz Metô, Camilla Salmazi, Igor, Julinha, Camila Loura, Ligião, Luiz, Monica, Rafael, Bel, Cauê, Tiago, Ale Gaja, Leo, Dante, Elisa, Rafael Carica e MeLLinho. Ufa!
Coloco estas fotos por dois motivos. Em primeiro lugar, para treinar como se coloca fotos nesta bomba; em segundo, porque são sensacionais.
Em 9 de dezembro de 2004, mais de 20 pessoas se reuniram para deixar para a história este registro da colação de grau do Jornalismo da PUC. Na outra, a nossa elegância e simpatia à escada do teatro. Detalhe para o penetra da Metodista, o companheiro boliviano Luiz Moralles.

Todo mundo que está na foto: Felipe Fofinha, Otavio Bojudo, Mazzoco, Julião, Brunão, Luiz Metô, Camilla Salmazi, Igor, Julinha, Camila Loura, Ligião, Luiz, Monica, Rafael, Bel, Cauê, Tiago, Ale Gaja, Leo, Dante, Elisa, Rafael Carica e MeLLinho. Ufa!
O céu é o limite para Leo, Luiz Metô, Otavio, Tiago e Igor
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quarta-feira, março 16, 2005
Contraponto
Amigas e amigas,
a nova Reitoria da PUC-SP, eleita no ano passado, começou sua gestão com uma ameaça ao Contraponto, jornal-laboratório do curso de Jornalismo, eleito pela Expocom (Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação) o melhor jornal do gênero do Brasil há dois anos.
Em reunião com o professor Wladyr Nader, coordenador do curso de Jornalismo, no começo de março, para discutir os gastos em produções laboratoriais, a assessoria da Vice-Reitoria Administrativa abriu a possibilidade de mudar o jornal de quatro cores para PB com o objetivo de "baratear o custo de gráfica".
a nova Reitoria da PUC-SP, eleita no ano passado, começou sua gestão com uma ameaça ao Contraponto, jornal-laboratório do curso de Jornalismo, eleito pela Expocom (Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação) o melhor jornal do gênero do Brasil há dois anos.
Em reunião com o professor Wladyr Nader, coordenador do curso de Jornalismo, no começo de março, para discutir os gastos em produções laboratoriais, a assessoria da Vice-Reitoria Administrativa abriu a possibilidade de mudar o jornal de quatro cores para PB com o objetivo de "baratear o custo de gráfica".
Os participantes do Contraponto organizaram um movimento contra a medida insensata e burra da Reitoria e pediram para os alunos formados escreverem textos sobre a importância do jornal na formação acadêmica. Abaixo o texto enviado por mim.
Depoimento sobre o Contraponto
Quatro anos. Muitas experiências, decepções, aprendizado e enrolação. Em todo o período, nada foi tão importante para a minha formação acadêmica como o Contraponto, jornal-laboratório da PUC-SP, criado em outubro de 2001, no meu primeiro ano na universidade.
No curso inteiro, o Contraponto foi a única experiência universitária que levou os estudantes a se sentirem jornalistas de verdade. Fazer um trabalho e entregar para o professor é muito diferente de publicar uma reportagem em um jornal, com tiragem de três mil exemplares, lido no país inteiro e respeitado no mercado de trabalho.
Em 2001, participei das discussões para a elaboração do jornal, sua política editorial e seu formato. Logo no ano seguinte, ganhamos o premio da Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) de melhor jornal laboratório do Brasil.
Tenho diversas reportagens publicadas no Contraponto nos quatro anos de PUC. Entrevistei para o jornal uma série de personalidades, como o sociólogo Octávio Ianni, o articulista Janio de Freitas e os repórteres Rubens Valente e Eduardo Scolese (Folha de S.Paulo), os jornalistas Juca Kfouri (CBN e TV Cultura) e Paulo Henrique Amorim (TV Record), o cineasta Manoel Rangel (assessor do Ministério da Cultura), o responsável pela TV Cultura Jorge da Cunha Lima, o responsável pelo provedor UOL Gil Torquato, o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo Frederico Ghedini, o jornalista e matemático Cláudio Weber Abramo (ONG Transparência Brasil), entre outras que não me recordo.
Tenho diversas reportagens publicadas no Contraponto nos quatro anos de PUC. Entrevistei para o jornal uma série de personalidades, como o sociólogo Octávio Ianni, o articulista Janio de Freitas e os repórteres Rubens Valente e Eduardo Scolese (Folha de S.Paulo), os jornalistas Juca Kfouri (CBN e TV Cultura) e Paulo Henrique Amorim (TV Record), o cineasta Manoel Rangel (assessor do Ministério da Cultura), o responsável pela TV Cultura Jorge da Cunha Lima, o responsável pelo provedor UOL Gil Torquato, o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo Frederico Ghedini, o jornalista e matemático Cláudio Weber Abramo (ONG Transparência Brasil), entre outras que não me recordo.
Contudo, ser jornalista não é apenas fazer entrevistas e produzir reportagens, mas participar de um coletivo de pessoas que constroem dia a dia uma publicação, com um projeto editorial, uma linha de abordagem e um prazo de fechamento. Além disso, é enquadrar seu texto dentro de um contexto editorial, não como peça isolada.
O jornalista deve também ir além do texto. Só trabalhando num jornal se percebe a dimensão que tem as imagens e as construções gráficas, e a importância de chapéus, linha-fina, olhos, intertítulos, copidescagem, revisão e edição. Tudo voltado para satisfazer o leitor e informá-lo da melhor maneira. No entanto, isso só faz sentido quando o material produzido vai além do professor e chega ao público, aquele que teremos que enfrentar por toda a carreira como profissionais.
Por esse conjunto de fatores agregados na participação dos estudantes no jornal, todas as vezes que fui fazer uma entrevista de trabalho, levei as edições do Contraponto nas quais escrevi debaixo do braço. Aqueles que conheciam, davam pontos para mim por participar do jornal; os que viam pela primeira vez, ficavam impressionados pela “cara” do jornal, a foto grande e virtuosa da capa, o formato tablóide e a diagramação diferenciada e as cores no seu interior. Impactante, o material sempre chamava atenção.
Nas viagens que fiz durante o curso de Jornalismo, por exemplo, para o 2º e 3º Fórum Social Mundial, em Porto Alegre (RS), e para o 1º Fórum Social Brasileira, em Belo Horizonte (MG), quando distribuíamos o Contraponto, à primeira vista, as pessoas se interessam pela publicação por causa do seu visual. Só depois, com o contato com os textos, percebiam as suas qualidades editoriais. No Jornalismo, conteúdo e forma estão ligados de maneira permanente e inviolável. Quando se coloca o cuidado com o aspecto visual em segundo plano, marginaliza-se também o conteúdo.
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Depois de toda essa caminhada, na qual solidificamos um jornal de primeira qualidade e com credibilidade, tirar as cores do Contraponto não é só tirar o brilho de uma publicação premiada, mas regredir na construção de um curso de Jornalismo que forme estudantes capacitados para atuar como jornalistas em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e cruel.
domingo, março 13, 2005
Primeiro Devaneio
"Devanear - 1 Fantasiar, imaginar. Tr. ind.
2 Pensar vagamente em. Intr.
3 Dizer ou imaginar coisas sem nexo."
Depois de receber o endereço do blog do amigo Brunão (http://goodmorningquito.blogspot.com/), que foi para Quito, capital do Equador, estudar e realizar o sonho de conhecer e perambular por toda a América Latina, tentei deixar uma mensagem para ele.
Queria deixar o primeiro comentário em seu blog e contemplá-lo com palavras bonitas, como:
"Nossa, que bicha esse Brunão. Agora tem blogzinho? Vai caçar o que fazer aí em Quito!!!"
No entanto, seria necessário ter um cadastrado. Ok, como para zoar meus amigos não desanimo fácil, fui fazer o cadastro. Quando termino, vejo que a inscrição me dava direito a um blog também. E estou aqui deixando minha primeira mensagem.
Faz um bom tempo que quero fazer um blog. É um instrumento para registrar reflexões, análises, críticas e diagnósticos, ou seja, besteiras homéricas, que surgirão da possibilidade inequívoca de me enforcar nas cordas da liberdade e perder o controle da minha inconsequência. Ou seja, devanear, como a epígrafe deste texto descreve.
Aqueles que me conhecem sabem dos assuntos pelos quais me interesso. Gosto de Política (no sentido grego, que transcende o significado que a palavra tem atualmente), de Economia (ciência que ultrapassa o sentido mercadista e financeiro que a imprensa e a máquina ideológica querem limitá-la), de Música (tenho um gosto muito variado, que vai da bossa-nova ao punk rock, do samba ao rap e do blues à MPB), de Cinema (em fevereiro fui bastante ao cinema, assisti Machuca, Edukators, Menina de Ouro e quero ver Ray) e Futebol (sou corintiano, meu time é rico em dinheiro e pobre de resultados, por isso, no atual quadro, esse tema será evitado...).
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Então, devo escrever algumas coisas sobre esses assuntos aí. Vamos ver no que vai dar... Conforme eu tenha tempo e algum assunto me chame atenção, eu registro por aqui. No momento, é isso.
Saudações a todos,
iGOR Felippe
Saudações a todos,
iGOR Felippe
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